Para motivar…

Você é um empresário, um líder, um gerente e percebe que a sua equipe está desmotivada? Que as tarefas demoram para serem executadas? Você já tentou aumentar salário, fazer premiações, reconhecer, investir em treinamentos… e parece que nada dura muito tempo? Tenho uma dica para você. Defina um motivo humano e promova essa ideia junto à sua equipe. Defina a causa pela qual a sua empresa trabalha no mundo e converse sobre isso constantemente com as pessoas que compõem a sua equipe. Oportunize o encontro com o verdadeiro motivo pela qual estão indo trabalhar. Todos os outros motivos são importantes. O único problema é que eles têm tempo limitado de duração. Você irá concordar comigo: chega um momento em que mesmo fazendo tudo isso, a pessoa não investe mais energia no trabalho. É que a motivação duradoura, constante, vêm de dentro e não de fora. Empresas de sucesso como a Disney, definiram seu motivo como “criar felicidade para pessoas de todas as idades, por toda a parte”. Motivos desta natureza transcendem qualquer recompensa material e motivam por si mesmos. Dan J. Sanders, defensor da mesma ideia, em seu livro “empresas feitas para servir”, explica: “a busca por um objetivo maior acaba por nos guiar ao crescimento pessoal, à realização profissional e ao sucesso na vida”. Em outras palavras, quando o profissional acorda para ir trabalhar, o que realmente deve movê-lo é a compreensão de que participa de algo maior do que si mesmo. Ter esse discernimento gera o sentimento de realização profissional. E pessoal, por que não? E você, que está atento, pergunta: “posso concluir, então, que a verdadeira motivação está no que eu ofereço, e não no que recebo?” Respondo que sim. Pelo menos é o que ensinam muitos gestores de sucesso. Devemos aprender com os vitoriosos. Portanto, se sua equipe está com menos energia, saiba: ela está perdendo ou esquecendo o motivo. Por isso, sugiro que em primeiro lugar, você deve constantemente lembrá-los da razão pela qual a empresa existe. Da obra que ela realiza, e com isso, do papel que cada um exerce nesta obra. Apenas depois você deve se ocupar com os outros elementos motivacionais citados no início de nossa conversa. Como enfatiza Eugênio Mussak: “nós não precisamos de tarefas. Nós precisamos de causas. Nós precisamos saber pelo que estamos lutando”. …dê uma causa.

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